Câmaras cortam Facebook e Messenger para evitar “distracções”
A adopção de sistemas biométricos ou o bloqueio de redes sociais são algumas das medidas que um número crescente de municípios tem vindo a adoptar, com o objectivo de aumentar os índices de produtividade no local de trabalho.
Coimbra e Évora são dois dos exemplos apontados pelo Jornal de Negócios para ilustrar casos em que as autarquias optaram por retirar ferramentas que possam “distrair” os funcionários, ao optarem por restringir o acesso ao Facebook e aoMessenger.
Em Coimbra, a Câmara decidiu cortar o acesso à rede social depois de uma funcionária ter sido apanhada a jogar FarmVille. O acesso a rádios online e a blogstambém está suspenso.
Em Évora, durante o horário de trabalho, os computadores também não abrem páginas relacionadas com redes sociais e blogs, incluindo-se também os conteúdos para adultos. Porém, a Internet aqui não é a regra, mas sim a excepção, já que os PCs não têm, por defeito, acesso à Web, sendo necessário um pedido formal para o efeito.
Este sempre foi um tema polémico- restringir os empregados de acesso às redes sociais e de Messaging, ou acreditar que estas ferramentas podem ser produtivas? A nossa sugestão: solicite que eles criem uma conta de Messaging apenas para trabalho e assim não serão inundado de distracções a toda o minuto- as ferramentas de IM podem ser muito produtivas nas empresas. E peça-os para consultarem as suas redes sociais um determinado número de vezes ao dia, em vez de fazer um refresh de 5 em 5 minutos- não os proíba!


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