Arquivo de artigos de January 2011
Sabia que... »
No que diz respeito ao espaço online, parece que quanto mais complexo, pior. A profundidade dos logins, comunidades e requisitos desencorajam os consumidores. Como resultado, as agências estão a tentar adaptar-se aos consumidores. De acordo com um estudo da Econsultancy, as agências reportam que esta característica está no topo para 61% dos inquiridos.
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As empresas de topo nunca criam dúvidas nas mentes dos seus clientes. Oferecem serviço de qualidade, gerando um alto nivel de confiança. Poucas são as empresas que conseguem operar a alto nível todos os dias, todos os anos, mas a forma como se lida e resolve com problemas pode criar fãs. No entanto, fica a questão: como é que uma empresa que experiencia um problema consegue recuperar a sua imagem e manter um cliente fã da sua marca?
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Há alguns dias celebrou-se o “dia do Community Manager”. Uma profissão com cada vez maior procura, à medida que as marcas cimentam a sua presença no mundo online. Conhecidos pela versatilidade, estes gestores de comunidade são responsáveis por dar uma voz à marca nas redes sociais, representando-a nos mais variados contextos e estando sempre do lado dos consumidores da mesma: tanto nos momentos de partilha de alegria, como quando surgem as reclamações ou os descontentamentos.
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Se não os consegues comprar, vai à luta. Parece ser essa a conclusão que a Google retirou, depois de ter tentado por várias vezes comprar a Groupon, negócio que nunca se chegou a concretizar, mesmo quando na mesa estava uma oferta de 6 biliões de euros. Ao que parece, o negócio dos cupões online continua a dar (e muito) que falar e apesar das centenas de clones que a Groupon já tem, a Google acredita que se pode tornar o novo líder neste mercado.
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Hoje divulgamos um estudo que foi recentemente conduzido para apurar se existe alguma relação entre a pronúncia do colaborador que atende o telefone e o cliente que recorreu ao contacto. Os resultados podem ser justificados por várias razões: uma dificuldade de abertura a outros povos, a falta de rigor na contratação (sem testes à língua) ou talvez precisemos todos simplesmente de melhores telefones.